Ronaldo Luís Nazário de Lima, também conhecido apenas como, Ronaldo e também como Ronaldo "Fenômeno" ou Ronaldinho, (
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. Recebeu a
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Biografia
Primeiros anos
Ronaldo teve uma infância pobre. Apaixonado por futebol, costumava matar aulas em Bento Ribeiro para jogar no clube Valqueire, perto de sua casa. Chegou a tentar treinar no
Flamengo, mas não obteve êxito e foi parar no
São Cristóvão. Aos 14 anos, teve seu passe comprado pelos empresários Alexandre Martins e Reinaldo Pitta por US$ 7.500.
[3] Com a ajuda do ex-jogador
Jairzinho, Ronaldo transferiu-se para o
Cruzeiro.
Do Cruzeiro para a Seleção
Foi com 16 anos que Ronaldo fez sua estreia no futebol profissional, defendendo o Cruzeiro, pelo
Campeonato Brasileiro de
1993. Por ser muito jovem, passou a ser conhecido como Ronaldinho. Antes do torneio nacional, Ronaldo havia disputado somente amistosos e partidas de nível local pelo Cruzeiro. A primeira exibição em rede nacional de televisão foi em
7 de setembro daquele ano, em um jogo do seu clube, Cruzeiro, contra o
Corinthians.
[4][5] Destaque da equipe cruzeirense naquele Brasileiro, Ronaldo marcou 12 gols no torneio nacional em 14 partidas, tendo sido o terceiro maior goleador da competição.
[6][nota 1] Em uma de suas memoráveis partidas, o atacante marcou 5 gols contra o
Bahia.
[7] Ainda naquela temporada, o jovem Ronaldo sagrou-se artilheiro da
Supercopa da Libertadores, com 8 gols,
[8] e foi convocado para jogar na Seleção Brasileira sub-17.
[3]Na temporada seguinte, em
1994, Ronaldo seguiu mais uma vez como destaque do Cruzeiro. O atacante foi o artilheiro do
Campeonato Mineiro, com 21 gols.
[9] Logo, o jovem jogador chamou a atenção de clubes europeus e, em uma transferência de US$ 6 milhões, vai para o
PSV Eindhoven (da
Holanda). Ronaldo deixou o Cruzeiro com uma marca de 57 gols em 59 partidas.
[10]O então técnico da
Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira, que ainda tinha dúvidas sobre quem seriam os 22 convocados para a
Copa do Mundo nos
Estados Unidos, foi outro que se renderia ao talento do atacante. Assim, Ronaldo foi convocado para o amistoso contra a
Argentina, em
Recife, no dia
23 de março. O amistoso terminou com vitória do Brasil por 2 a 0. Os dois gols marcados por
Bebeto, que depois daria lugar a Ronaldo naquela partida. No último teste do Brasil antes da lista definitiva de Parreira para o Mundial de 1994, Ronaldo foi escalado como titular - ao lado de
Viola - no ataque da Seleção no amistoso contra a
Islândia, em
Florianópolis. O Brasil venceu por 3 a 0, com gols de Ronaldinho, Viola e
Zinho. Dias depois, Ronaldo seria um dos cinco atacantes convocados para disputar a Copa de 1994.
[nota 2] Apesar de estar no grupo que disputou o Mundial, do qual a Seleção Brasileira conquistou seu quarto título, Ronaldo não entrou em nenhuma partida daquela Copa.
[nota 3]A conquista do mundo
No
PSV Eindhoven, da
Holanda, Ronaldo destacou-se mais uma vez como artilheiro, tendo marcado 67 gols em 71 partidas oficiais.
[10] Mas, em
1996, sofreu seu primeiro problema físico de maior gravidade e passou por seu primeiro procedimento cirúrgico, quando passou por uma "raspagem" na cartilagem do joelho direito.
[3] Assim, Ronaldo pôde ser convocado para disputar as
Olimpíadas de 1996. Favorita a conquista da medalha de ouro nos Jogos de
Atlanta, a Seleção Brasileira terminou apenas com o bronze - após ser eliminada pela
Nigéria nas semifinais.
No meio daquele ano, Ronaldo transferiu-se para o
Barcelona, da
Espanha, por US$ 20 milhões. Apesar de ter disputado apenas uma temporada pelo time catalão, Ronaldo deixou sua marca: foi o artilheiro do
Campeonato Espanhol, com 34 gols em 37 partidas. O reconhecimento veio sob a forma do prêmio de melhor jogador do ano da
Fifa. Em meados de
1997, o atacante conseguiu uma complicada transferência para a
Internazionale, da
Itália, por US$ 28 milhões, quando ainda tinha 21 anos de idade. Marcou 25 gols em sua primeira temporada e ganhou o apelido de "Fenômeno". De quebra, foi reeleito o melhor do mundo pela Fifa.
[10][3]Fase difícil
Em
1998 era de longe a estrela da seleção na
Copa do Mundo na França. Era cada vez mais ídolo em
Milão e ia conquistando maturidade, ganhando simpatia dos brasileiros. Na copa era o principal jogador da seleção, que era franca favorita. Ia confirmando o favoritismo até a final, mas na final tudo mudou. A França tinha um astro,
Zinedine Zidane, que anos mais tarde jogaria junto com Ronaldo. Na véspera da final, Ronaldo teve uma estranha convulsão. Ao ser perguntado se queria ir para o jogo, Ronaldo respondeu que sim. Porém, a Seleção viu Zidane jogar muito bem e acabar com as chances do pentacampeonato naquele ano.
Em
1999 caiu de produção na Internazionale. Não era o mesmo, principalmente na seleção, mas continuava sendo um dos principais jogadores da liga italiana.
Em
2000 passou provavelmente o pior momento de sua vida. Uma contusão lhe deixou de fora dos gramados quase um ano. Quando voltou, estava mal e já estava um pouco acima do peso. Todos tinham lhe dado o fim. A seleção também vinha mal. Perdera a
Olimpíada de 2000 para
Camarões mesmo com dois jogadores a mais, ira mal na
Copa América de 2001 e também ficara abaixo das expectativas nas eliminatórias da Copa.
O retorno na Copa de 2002
Após passar por nova cirurgia e tendo realizado tratamento adequado para se recuperar, Ronaldo voltou aos gramados no segundo semestre de
2001, gradativamente. Mesmo tendo atuado em poucas partidas antes da
Copa do Mundo de 2002, o técnico da
seleção brasileira de futebol Luiz Felipe Scolari apostou na recuperação do atacante para o Mundial no
Japão e na
Coréia do Sul - o que gerou muitas dúvidas e críticas ao técnico gaúcho.
[11] Assim, antes do início da Copa, não eram muitos os que apontavam a seleção como finalista.
[12][13]A aposta em Ronaldo mostrou-se correta. O jogador fez da primeira
Copa do Mundo na
Ásia o grande palco para seu retorno ao
futebol e, ao lado de
Rivaldo, foi um dos principais responsáveis pela conquista do pentacampeonato mundial da seleção. Com 25 anos naquela altura, o "Fenômeno" marcou oito gols no Mundial - dois deles marcados na final contra a
Alemanha -, o que lhe premiou com a "Chuteira de Ouro" (dedicada ao artilheiro da Copa) e, de quebra, igualou-se a
Pelé como o maior artilheiro do
Brasil na história da Copas, com 12 gols.
[11][14][15]Logo após o Mundial de 2002, Ronaldo transferiu-se da
Internazionale de Milão (
Itália) para o
Real Madrid (
Espanha).
[16][15] No final daquele ano, o atacante brasileiro receberia o prêmio
Bola de Ouro como o melhor jogador atuante na
Europa[17] e seria eleito pela terceira vez como o melhor jogador do mundo da
FIFA.
[18][19]De volta à Espanha
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Ronaldo no Real Madrid
Quando chegou ao Real, Ronaldo foi campeão espanhol ao lado de
Zidane, seu antigo algoz e novo grande amigo. Foi campeão espanhol sendo artilheiro logo na primeira temporada.
Na segunda temporada o Real trouxe mais um grande reforço: o inglês
David Beckham. O time recheado de estrelas recebeu o apelido de "galático" e logo começou a desandar. Perdeu o
campeonato espanhol e caiu na
Liga dos Campeões para o
Mônaco da
França na temporada
2003 -
2004. Depois viu o rival
Barcelona atropelar nas duas temporadas seguintes com
Ronaldinho Gaúcho.
Aos poucos Ronaldo foi se ofuscando e se contundindo facilmente. Algumas vezes se destacava. Na seleção costumava jogar melhor, tendo feito bons jogos, principalmente até
2005. Freqüentemente era questionado sobre seu peso, sendo chamado de "gordo".
Ronaldo marcando um gol contra o
Real Bétis.
Em
2006 foi convocado a mais uma
copa. Chegou a pesar 95 Kg e foi muito criticado, mesmo assim se destacou no jogo contra o
Japão e se tornou o maior goleador da história das copas (no jogo contra a seleção de Gana), com 15 gols. Apesar de não ter jogado mal na copa de 2006 (salienta-se que marcou 3 gols na competição, sendo superado apenas pelo alemão Miroslav Klose, que marcou 5 gols e participou em dois jogos a mais) foi extremamente criticado.
De volta a Itália
Ronaldo trocou o
Real Madrid pelo
Milan da
Itália, em uma das únicas transferências simples de sua carreira. Na
Itália fugiu da mídia, mas os resultados nem por isso foram ruins. Foi um dos grandes responsáveis pela boa campanha do
Milan, reagindo no
Campeonato Italiano e mesmo com uma punição no começo do campeonato conquistando uma vaga na
Liga dos Campeões 2007-
2008. Em
2007, foi descoberto que seus problemas constantes com a balança deviam-se à um mau funcionamento na glândula tireóide. Após esse diagnóstico, Ronaldo emagreceu muito, sendo chamado até de modelo. No único clássico de
Milão contra a
Inter que disputou, foi muito vaiado, mostrando o ódio que a torcida adversária tem por ele. Depois da
Copa de 2006 nunca mais foi chamado para jogar pela seleção renovada do técnico
Dunga.
No dia
13 de fevereiro de
2008, no jogo entre Milan e
Livorno, após substituir
Gilardino no segundo tempo, Ronaldo em sua primeira participação no jogo, ao tentar subir na área para um cabeceio, acabou se lesionando na hora do salto, saindo de campo em seguida chorando. Foi o mesmo tipo de lesão que teve no joelho direito e quase o impediu de participar da Copa de 2002.
[20]Depois da contusão, o jogador terminou o contrato com a equipe de Milão e se desligou da equipe.