segunda-feira, 31 de agosto de 2009

R.ceni 83 gols


Ovacionado pela torcida, Rogério Ceni comemora retorno "perfeito"

Minutos antes da partida contra o Fluminense, Rogério Ceni disse apenas que "esperava ir bem". Foi ovacionado ao pisar no gramado. No intervalo, alertou sobre a necessidade de se ter cuidado com o rival. Ao final do confronto no Morumbi, o camisa 1 do São Paulo reuniu o elenco, agradeceu à torcida e comemorou a vitória (1 a 0) que conduziu o São Paulo à vice-liderança do Brasileiro.

Esse foi o retorno de Rogério Ceni aos gramados. Recuperado de fratura no tornozelo esquerdo, o goleiro fez sua estreia na competição nacional após desfalcar o time por mais de quatro meses ou 24 partidas consecutivas --um recorde em sua carreira.

Aliás, a volta aconteceu no melhor momento do time do Morumbi na temporada. Após fracassar no primeiro semestre (eliminado no Campeonato Paulista e na Copa Libertadores), o São Paulo se recuperou na competição nacional. Com o resultado desta quarta-feira, contabilizou sete vitórias seguidas, chegou aos 36 pontos e vai dormir colado no líder Palmeiras (37 pontos).

"Não jogamos tão bem como nas últimas partidas. O primeiro tempo foi nosso, mas o Fluminense teve mais posse de bola no segundo tempo. Hoje, o cansaço pegou um pouco. O importante foi a vitória", disse o goleiro. "Eu me senti bem [na volta]. Só doeu [o tornozelo] um pouco."

A volta de Ceni aos gramados foi até certo ponto tranquila. De acordo com o Datafolha, o goleiro fez apenas duas defesas durante os 90 minutos. "Dentro do que fui exigido, acho que deu para realizar uma boa partida. Foi um retorno perfeito", acrescentou.

Não era só o goleiro que estava contente. Autor do gol isolado da vitória, o volante Richarlyson dedicou o resultado positivo ao companheiro. "Essa vitória é para ele [Rogério Ceni]", disse. A torcida são-paulina também demonstrou todo seu carinho pelo camisa 1, que fez hoje seu jogo de número 858 e já marcou 83 gols.

Bastava um toque na bola para gritar "O capitão voltou". "Existe uma reciprocidade, pela história de vida profissional. O carinho que tenho pelo clube é o mesmo que eles [torcedores] têm por mim", concluiu Ceni. No domingo, o São Paulo pega o Atlético-PR, em Curitiba.

sábado, 15 de agosto de 2009

Real vence mas galaticos nao convencem



Cristiano e Kaká tentam, mas Benzema e Sneijder dão vitória ao Real Madrid
Clube merengue bota água no chope do Real Sociedad em amistoso que serviu como comemoração dos 100 anos de fundação do clube
No terceiro jogo de Kaká e Cristiano Ronaldo juntos no Real Madrid, o clube merengue derrotou o Real Sociedad por 2 a 0, em amistoso realizado na cidade espanhola de San Sebastián. A dupla bem que tentou, principalmente na primeira etapa, mas foram Benzema e o reserva Sneijder que garantiram da vitória. A partida realizada no estádio Anoeta foi um dos vários eventos que estão sendo organizados pela diretoria do Real Sociedad para festejar o centenário do clube, que acontece no próximo dia 7 de setembro.

No primeiro tempo, o Real Madrid começou a partida de forma acanhada, mas, aos pouco, foi se soltando. Aos 15, Xabi Alonso arriscou com perigo. Na seqüência, Cristiano Ronaldo fez bela jogada individual e chutou por cima da meta do Real Sociedad.
Mostrando estar mais adaptado ao Real Madrid, Cristiano Ronaldo criou nova chance aos 18 minutos. Na cobrança de falta sofrida por Kaká, o ‘gajo’, chutou com muita força e obrigou o goleiro Cláudio Bravo dar rebote. No entanto, Raúl, sozinho, cabeceou para fora.
Kaká, mais tímido que o colega português, criou boa oportunidade aos 24 minutos. O ex-jogador do Milan dominou na entrada da área e chutou rente à trave esquerda do time basco que pouco fez no primeiro tempo. Benzema aparece Figurada apagada na etapa inicial, Benzema apareceu aos quatro minutos em grande estilo. O francês aproveitou bola largada pelo goleiro do Real Sociedad após forte cobrança de falta de Cristiano e abriu o placar.

Aos poucos, com a vantagem no placar e sem a equipe basca ameaçar muito, o técnico Manuel Pellegrini foi sacando as estrelas da equipe. Mesmo assim, o time merengue não deixou cair o ritmo e ainda teve tempo de fazer mais um: o reserva Sneijder, de falta, anotou o segundo em bela cobrança de falta.

Nos dois jogoas anteriores que o Real contou com Kaká e Cristiano juntos, o clube merengue também venceu: 5 a 1 contra o Toronto CF e 3 a 0 diante do DC United.

domingo, 9 de agosto de 2009

jogo 1000


No milésimo jogo no Brasileiro, São Paulo dá show, bate o Goiás e entra no G-4
Com gols de Washington, Jorge Wagner e Borges, time de Ricardo Gomes fez 3 a 1 e assumiu a quarta posição na tabela
No dia em que o São Paulo completou o seu milésimo jogo na história do Campeonato Brasileiro, a torcida teve motivos de sobra para comemorar. Novamente com atuação inspirada, a equipe comandada por Ricardo Gomes venceu o Goiás por 3 a 1, no Morumbi, e, oito rodadas após ficar a um passo de ficar na zona de rebaixamento, a equipe entrou no G-4 da competição. De quebra, o Tricolor acabou com a pose do Goiás, que vinha de cinco vitórias consecutivas atuando longe do estádio Serra Dourada. (Veja ao lado o gol marcado por Washington).

Com a vitória, a quinta seguida, o Tricolor chegou aos 30 pontos e assumiu a quarta colocação na tabela de classificação. Mas a equipe poderá cair na tabela nesta segunda-feira, já que o Internacional, que tem 27 pontos, enfrenta o Sport, às 21h, no estádio Beira-Rio. Se vencer, recupera o seu lugar no grupo dos melhores porque passaria a ter uma vitória a mais. Já o Goiás, que 32, segue na vice-liderança, três pontos a menos que o líder Atlético-MG.

CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO BRASILEIRO

Os dois times voltam a campo no próximo final de semana. O São Paulo, no domingo, visitará o Sport, na Ilha do Retiro, em Recife. Já o Goiás buscará a reabilitação diante do Vitória, no estádio Serra Dourada, em Goiânia.

Ferrolho esmeraldino

Quando a bola rolou, ficou bem clara as propostas táticas das duas equipes. De um lado, o São Paulo, no 3-5-2, tomou a iniciativa da partida e encontrou um Goiás totalmente retrancado, com seis homens no meio-campo e apenas o baixinho Iarley isolado no ataque. O primeiro ataque de perigo do Tricolor aconteceu aos 8, quando Dagoberto recebeu pela esquerda, cortou a marcação e, da entrada da área, chutou à direita do gol defendido por Harlei. O Goiás respondeu dois minutos depois, em chute perigoso de Fernando, que passou perto do travessão de Harlei.

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O São Paulo, erradamente, forçava o jogo pelo meio, buscando a troca rápida de passes, principalmente pelo lado esquerdo, com Junior Cesar e Jorge Wagner. Isso facilitava as coisas para a marcação esmeraldina. O jeito, então, era aparecer alguém de surpresa no ataque. Foi dessa maneira que Richarlyson, aos 14, quase abriu o marcador. Ele aproveitou uma sobra da defesa do Goiás e, de pé esquerdo, disparou uma bomba no ângulo direito de Harlei. A bola explodiu no travessão. (Reveja o lance)

O tempo passava e o panorama da partida não mudava. Uma equipe só tentava e a outra só se preocupava em destruir. Como o São Paulo insistia em não abrir o jogo pelas laterais, o jogo caiu de rendimento. Tanto que um novo lance de perigo só aconteceu aos 33, quando Junior Cesar recebeu de Washington e chutou rasteiro, de fora da área, no canto esquerdo de Harlei, que fez firme defesa.

Nos últimos dez minutos, o torcedor, que compareceu em grande número ao Morumbi, resolveu dar um novo gás ao time e passou a gritar “o campeão voltou, o campeão voltou.” Aos 43, o Goiás teve a sua melhor chance na partida. Léo Lima arriscou de fora da área e a bola raspou a trave esquerda de Denis. Dois minutos depois, a resposta tricolor e o gol não saiu por muito pouco: Junior Cesar tabelou com Dagoberto, recebeu de volta, avançou e, da entrada da área, chutou no ângulo esquerdo de Harlei. Mais uma vez, a bola acertou o travessão.

Agência/VIPCOMM
Jogadores comemoram o gol marcado por Washington
Mas o time não desistiu. Na sua primeira jogada efetiva pela ponta, saiu o gol. Aos 46, veio o prêmio. Jorge Wagner recebeu de Junior Cesar, foi ao fundo e cruzou na medida para Washington que, de cabeça, tocou firme, no canto direito de Harlei, que ainda tocou na bola. Foi o sexto gol do artilheiro tricolor no Campeonato Brasileiro.

Etapa complementar

Em desvantagem, o Goiás, sem alternativa, resolveu ser mais ofensivo. O técnico Hélio dos Anjos sacou o volante Fernando e colocou o atacante Bruno Meneghel. Mas o São Paulo seguiu tomando a iniciativa da partida. Aos 9, Washington fez cruzamento açucarado para Hernanes, que furou no momento da finalização.

E o Goiás, além de não levar perigo na frente, passou a deixar muitos espaços para o contra-ataque são-paulino. E, jogando pela esquerda, Junior Cesar se destacava demais e ia fácil até a linha de fundo. E, nas arquibancadas, a torcida seguia cantando e festejando a boa atuação da equipe. Aos 17, Dagoberto avançou pela esquerda, invadiu a área e, na saída de Harlei, bateu em cima do goleiro do Goiás.

Com muito espaço para jogar, o São Paulo passou a desperdiçar chances de gol. Aos 30, Dagoberto fez jogada individual e, de fora da área, acertou o travessão adversário pela terceira vez. No minuto seguinte, André Dias foi lançado na área mas, no momento do arremate, foi desarmado por Amara. Aos 32, Jean disparou uma bomba de fora da área e Harlei espalmou por cima do gol. Logo depois, as coisas ficaram ainda mais fáceis para o Tricolor, já que Rafael Tolói recebeu cartão vermelho por acertar Dagoberto.

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E a torcida seguia cantando no Morumbi. E o time, dentro de campo, seguia muito perto do segundo gol. Que saiu aos 34. Hernanes cobrou escanteio pela esquerda e Jorge Wagner, de cabeça, testou no canto esquerdo de Harlei. Foi o terceiro gol do camisa 7 no Campeonato Brasileiro. (Reveja o gol marcado pelo camisa 7)

Logo depois, o terceiro gol só não saiu porque Richarlyson, que ficou cara a cara com Harlei, adiantou no último toque e facilitou o corte do goleiro goiano. Mas o Goiás seguia lutando. E, aos 41, Bruno Meneghel fez um golaço. Ele recebeu na área, cortou André Dias como quis e bateu por baixo de Denis, que nada pode fazer.

Nos descontos, o jogo ganhou em emoção. Isso porque o Goiás foi com tudo para o ataque e o São Paulo, com Richarlyson, teve a chance de definir a partida. Aos 45, ele avançou livre pela direita, invadiu a área, driblou Harlei e bateu para o gol. Amaral, em cima de linha, evitou o gol. Mas, nos descontos, o Tricolor marcou o terceiro. Ele recebeu passe açucarado de Hernanes e, na saída de Harlei, tocou com categoria, no canto esquerdo, para ratificar a justa vitória tricolor no Morumbi.

जोगो नोट 1000



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09/08/09 - 20h29 - Atualizado em 09/08/09 - 20h29

domingo, 2 de agosto de 2009

dagolx vitoria

Em recuperação, São Paulo bate Vitória e sobe para 8º
Em ascensão, o São Paulo bateu o Vitória no Barradão por 1 a 0 e conquistou sua terceira vitória seguida no Campeonato Brasileiro. O time paulista já está na oitava colocação do torneio, com 24 pontos, dois de distância em relação ao G4. Já o Vitória está em sétimo, com 24 pontos. Esta foi a primeira derrota do time baiano em casa no campeonato.
» Veja fotos de Vitória x São Paulo » Veja a classificação atualizada» Confira a tabela e os resultados» Comente o resultado
As duas equipes sofreram com desfalques no jogo. Do lado do Vitória, o artilheiro Roger não atuou por ter contrato com o São Paulo, enquanto os paulistas não tiveram o atacante Washington e o zagueiro Miranda, ambos suspensos.
O Vitória teve o primeiro lance de perigo do jogo aos 6min, quando Vanderson chutou da intermediária e exigiu defesa rápida de Denis. A equipe baiana seguiu melhor nos primeiros minutos, tocando a bola no campo de ataque e apostando no jogo aéreo. Aos 21min, Leandro subiu pela esquerda e cruzou com perigo na área do São Paulo. A bola cruzou o gramado e não encontrou um atacante do Vitória para completar.
A primeira jogada de perigo dos paulistas saiu com Borges, aos 27min, que recebeu ótimo passe de Dagoberto e demorou para finalizar. Fábio Ferreira apareceu bem e atrapalhou a finalização do atacante são-paulino, que chutou para fora. O São Paulo melhorou no jogo, e aos 31min, Renato Silva fez excelente jogada individual e tocou para Borges dentro da área, que não conseguiu chutar ao gol e facilitou o trabalho da marcação.
O Vitória voltou a aparecer bem com Apodi, aos 42min, que salvou bola de sair pela linha de fundo e tocou para Leandro, mas o lateral esquerdo chutou por cima do gol. No último lance do primeiro tempo, Jorge Wagner cobrou falta no ângulo do gol do time da casa, mas Viáfara fez uma defesa espetacular com a ponta dos dedos. O goleiro machucou a mão no lance e precisou ser substituído.
No segundo tempo, o Vitória equilibrou o jogo e, aos 6min, Denis precisou fazer defesa segura em chute de Leandro Domingues. O São Paulo respondeu com Hernanes, que tentava jogadas pelo meio de campo. Aos 25min, Richarlyson fez grande jogada individual, invadiu a área e chutou por cima do gol baiano.
O primeiro gol do jogo finalmente saiu aos 27min. Hugo deu ótimo passe para Dagoberto, que driblou a marcação e chutou cruzado para fazer um golaço. Após o gol, o São Paulo passou a marcar no meio de campo, enquanto o Vitória foi todo para a frente. A pressão baiana durou até o último minuto, mas a defesa são-paulina foi melhor e garantiu a vitória.
Ficha Técnica
GolsSão Paulo: Dagoberto, aos 28min do 2º tempo.
Ponto Forte do Vitória Jogadas com Apodi
Ponto Fraco do Vitória Erros de finalização
Ponto Forte do São Paulo Criação de jogadas com Hernanes
Atuação da defesa, especialmente com Renato Silva
Ponto Fraco do São Paulo Borges teve atuação ruim, com muitos erros de finalização
Personagem do jogoDagoberto, autor do gol da vitória são-paulina
Esquema Tático Vitória 3-5-2Viáfara (Gléguer); Wallace, Fábio Ferreira e Anderson Martins; Apodi (Ramon), Magal, Vanderson, Jackson e Leandro; Leandro Domingues e Itacaré (Bida); Técnico: Paulo César Carpegiani
Esquema Tático São Paulo 3-5-2Denis; Renato Silva, André Dias e Richarlyson; Jean, Hernanes (Arouca), Eduardo Costa, Jorge Wagner (Hugo) e Junior César; Dagoberto e Borges (Marlos); Técnico: Ricardo Gomes
Cartões AmarelosVitória: Anderson Martins e ItacaréSão Paulo: Richarlyson, Eduardo Costa, Jorge Wagner e Dagoberto
ÁrbitroFrancisco Carlos Nascimento (AL)

sábado, 1 de agosto de 2009

Em noite inspirada de Dagoberto, São Paulo derrota o Grêmio no Morumbi

Atacante marcou os dois gols da vitória por 2 a 1, em partida realizada nesta quinta-feira


O São Paulo segue a sua escalada no Campeonato Brasileiro. O frio da capital paulista não intimidou a equipe comandada por Ricardo Gomes, que, na sua melhor apresentação na competição, venceu o Grêmio por 2 a 1 e obteve o seu terceiro resultado positivo nos últimos quatro jogos. Já o Tricolor gaúcho justificou a fama de pior visitante da competição. Com o tropeço desta quarta, o time comandado por Paulo Autuori chegou à sexta derrota em sete partidas disputadas longe do estádio Olímpico. O aproveitamento é de apenas 4,7%.Com a vitória, o São Paulo chegou aos 21 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro e foi para o 11º lugar. O Grêmio, que tem o mesmo número de pontos, é o décimo colocado por ter uma vitória a mais. Gomes mexe no time Como a partida contra o Grêmio normalmente é marcada por muito contato físico, o técnico Ricardo Gomes mudou o meio-campo do São Paulo. Ele barrou Marlos e promoveu o retorno de Junior Cesar. Com isso, Jorge Wagner, que havia sido ala contra o Barueri, fez o papel de meia. André Dias, aprovado em teste no vestiário, formou o trio de beques com Renato Silva e Miranda. No Grêmio, o técnico Paulo Autuori escalou força máxima. Quando a bola rolou, o São Paulo tomou a iniciativa da partida, mas parou na marcação gremista. E, quando o time gaúcho colocou a bola no chão, assustou. Aos 12, Herrera fez bela jogada pela direita e cruzou para Maxi Lopez que, livre, bateu à esquerda do gol de Denis. Como o Grêmio valorizava ao máximo a posse de bola, o São Paulo apostava numa marcação forte para surpreender nos contra-ataques. E foi dessa maneira que o time chegou com perigo pela primeira vez. Aos 18, Hernanes roubou a bola de Túlio no meio-campo e tocou para Dagoberto, que disparou uma bomba de fora da área. A bola raspou a trave direita de Victor.
Com as duas marcações não dando espaços, somente a individualidade é que faria a diferença. Foi aí que Hernanes apareceu. Aos 21, ele fez lançamento primoroso para Dagoberto, que avançou nas costas da zaga gremista e, dentro da área, bateu de primeira, sem chances de defesa para o goleiro Victor. Um belo gol. A vantagem no marcador fez muito bem ao São Paulo que, nos dez minutos seguintes ao gol, aproveitou o baque do adversário e sufocou. O segundo gol só não saiu aos 26 porque Victor fez bela defesa em cabeçada de Dagoberto, após cruzamento da direita de Hernanes. Nos últimos dez minutos do primeiro tempo, o Grêmio conseguiu se reorganizar em campo e voltou a equilibrar a partida. O problema é que suas duas peças de criação, Tcheco e Souza, não tinham o menor espaço. Richarlyson foi o marcador pessoal do primeiro, enquanto Hernanes não deu espaços para o segundo. No ataque, Maxi Lopez era bem marcado por Miranda e Herrera não levava perigo. O São Paulo, por sua vez, sempre que tinha a posse de bola, apostava na velocidade de Dagoberto para incomodar o adversário. Etapa complementar Irritado com o desempenho da equipe, o técnico Paulo Autuori mudou o ataque no intervalo. Ele substituiu Herrera por Jonas, apostando na troca rápida de passes para tentar furar o bloqueio defensivo do São Paulo. Só que a estratégia foi por água abaixo logo no primeiro lance do segundo tempo, quando o São Paulo fez o segundo gol. Dagoberto avançou pela direita, cortou para o meio, tocou para Jorge Wagner, que devolveu na medida para o camisa 25. Como se fosse uma repetição do primeiro gol, o atacante, de primeira, bateu firme, sem chance para Victor.O Grêmio, então, partiu para o tudo ou nada. O time gaúcho adiantou o seu meio-campo para tentar atacar. Só que, além de não levar o menor perigo, deixou o contra-ataque à disposição do São Paulo, que começou a desperdiçar várias oportunidades de gol. Aos 11, Junior Cesar desceu pela esquerda e cruzou para a área. A defesa gremista afastou o perigo e, na sobra, Jean quase fez de fora da área. Dois minutos depois, Dagoberto desceu pela direita e tocou para Richarlyson. O volante cortou para o meio e disparou uma bomba de pé esquerdo, no ângulo direito de Victor. A bola explodiu no travessão. Na sobra, Junior Cesar pegou pela esquerda e, de fora da área. arriscou o chute. Novamente, a bola foi no travessão gremista.O torcedor são-paulino, entusiasmado, começou a gritar nas arquibancadas. - Ooooo, o campeão voltou, o campeão voltou. E o time, dentro de campo, seguia passeando. Aos 16, foi a vez de Borges perder grande chance. Ele recebeu assistência açucarada pelo meio, invadiu a área e, na saída de Victor, tocou no canto esquerdo do goleiro. A bola raspou a trave e saiu. Do lado gremista, o técnico Paulo Autuori, sem alternativa, colocou seu time ainda mais no ataque, com a entrada do meia-atacante Douglas Costa na vaga do volante Adílson. O time melhorou e conseguiu manter mais a posse de bola. Aos 27, Douglas Costa arriscou de fora da área e Denis espalmou. Cinco minutos depois, Jonas foi lançado por Souza, invadiu a área e foi derrubado por Miranda, que cometeu um pênalti infantil. Na cobrança, o capitão Tcheco mostrou categoria, botando no canto direito do goleiro são-paulino, que pulou para o lado esquerdo.E o jogo, que estava decidido, ganhou em emoção. O gol fez o time gaúcho renascer em campo. Sem nada a perder, a equipe botou pressão e o São Paulo acuou. Ricardo Gomes, para reforçar a marcação, pôs Eduardo Costa no lugar do cansado Hernanes. Depois, tirou Dagoberto e colocou Marlos. E o Grêmio, aos 39, quase empatou. Após falha de André Dias, Douglas Costa invadiu a área pela esquerda e bateu cruzado. A bola desviou na zaga são-paulina e raspou a trave de Denis. O Grêmio pressionou até o fim. Mas o São Paulo conseguiu se segurar e comemorou a vitória.
atuações do São Paulo
sua nota
torcida
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Dênis
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Renato Silva
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André Dias
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Miranda
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Jean
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Hernanes
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Eduardo Costa
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Richarlyson
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Jorge Wagner
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Junior Cesar
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Dagoberto
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Marlos
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Borges
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Ricardo Gomes
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Victor
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Mário Fernandes
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Rafael Marques
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Léo
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Rever
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Fábio Santos
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Adílson
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Herrera
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Maxi López
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Paulo Autuori
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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Ultimate fifa 09 4.0


Esse é um dos melhores e o mais atualizado patch para FIFA 2009, o Ultimate Fifa 09 4.0.

Confira as novidades dessa versão:

  • Elencos atualizados das séries A e B do Brasil e principais times internacionais até 01-06-09;
  • Times atualizados nas ligas 2009 dos estaduais, ligas sulamericanas e série D do Brasil;
  • Uniformes novos dos times das séries A e B do Brasil;
  • Gráficos dos novos Times;
  • Novas chuteiras;
  • Novas taças 2009 de alguns campeonatos.

Para instalar a versão 4.0 você precisa ter a versão anterior, disponível clicando aqui.

Para efetuar o download do jogo basta clicar aqui:

Elencos 4.0 | Gráficos 4.0

sábado, 20 de junho de 2009

Muricy nao e mais tecnico do spfc


Muricy não é mais técnico do São Paulo

Demissão aconteceu na noite desta sexta em rápida reunião com presidente

Um dia depois da eliminação nas quartas de final da Taça Libertadores, com a derrota por 2 a 0 para o Cruzeiro, Muricy Ramalho não resistiu à pressão e não é mais técnico do São Paulo. Segundo informação da sua assessoria, a decisão foi tomada em reunião na noite desta sexta-feira, com a presença do presidente tricolor, Juvenal Juvêncio.

A reunião começou por volta das 20h, no Morumbi, e Muricy permaneceu no local por pouco mais de dez minutos, saindo sem dar declarações. A direção tricolor chegou à conclusão de que era preciso mudar o comando da equipe, e o técnico foi chamado para ser comunicado da decisão.

Muricy Ramalho chegou ao São Paulo em 2006, depois de se sagrar vice-campeão brasileiro com o Internacional. Em quase três anos e meio de trabalho, levou o Tricolor ao hexacampeonato nacional com as conquistas dos Brasileirões de 2006, 2007 e 2008, mas não resistiu a quatro eliminações seguidas na Libertadores, competição que este ano era o principal objetivo do clube.

Em 2006, foi superado pelo Internacional na decisão. No ano seguinte, eliminado pelo Grêmio nas oitavas de final. Ano passado, a decepção foi contra o Fluminense nas quartas, nos últimos minutos de jogo.

O São Paulo enfrenta o rival Corinthians no próximo domingo, às 18h30m, no Pacaembu, pela sétima rodada do Brasileirão, e o time será comandado pelo auxiliar técnico e ex-jogador Milton Cruz. Auxiliar direto de Muricy, Tata também não faz mais parte da comissão.


domingo, 14 de junho de 2009

kaka e do real


O meia Kaká, que atuava no Milan, fechou contrato com o Real Madrid por seis anos, informaram nesta segunda-feira os dois clubes e o próprio jogador.

"Hoje termina minha relação profissional com o Milan, mas minha relação sentimental com o clube nunca vai terminar", disse Kaká em Recife, onde está concentrado para a partida entre Brasil e Paraguai, pelas eliminatórias para a Copa do Mundo.

Kaká disse que o Real Madrid será uma experiência nova e, seguramente, uma nova motivação. "Estou chegando para fazer parte deste novo Real Madrid, que voltará a ser campeão, tanto na Europa como na Espanha", destacou o jogador.

O meia assinou com o Real Madrid para as próximas seis temporadas, após passar por uma avaliação médica nesta segunda-feira, supervisionada por um responsável do clube, em Recife, revelou uma nota oficial do time espanhol.

A imprensa espanhola afirma que o craque brasileiro foi contratado por 65 milhões de euros, o que faz de Kaká o segundo jogador mais caro da história do Real Madrid, atrás apenas de Zinedine Zidane, que custou 75 milhões de euros, em 2001.

Kaká, 27 anos, é a primeira grande contratação do presidente do Real Madrid, Florentino Perez, que promete formar uma "equipe espetacular".

c.ronaldo é do real ...


Manchester United aceita oferta do Real por Cristiano Ronaldo: R$ 256,6 milhões Clube inglês confirma acerto com espanhol em seu site oficial

O Manchester United aceitou uma oferta de 80 milhões de libras (€ 93,9 milhões ou R$ 256,6 milhões) do Real Madrid pelo atacante português Cristiano Ronaldo, de 24 anos, informa nesta quinta-feira o clube inglês em seu site. O próprio Manchester qualifica a proposta de recorde mundial, o que é verdade, pois supera a contratação do meia francês Zidane pelo mesmo Real, em 2001, do Juventus, da Itália, no valor de € 72 milhões (R$ 197 milhões).

"A pedido de Cristiano Ronaldo, que expressou mais uma vez seu desejo de partir, e após uma discussão com o representante do jogador, o United autorizou o Real Madrid a conversar com o atleta", disse o clube inglês em seu comunicado oficial.

"O Manchester United considera que o assunto estará encerrado, no mais tardar, no dia 30 de junho, e até então não emitirá qualquer outro comunicado", assinalou.

Em sua edição desta quinta-feira, o jornal espanhol "Marca" afirma que o clube inglês dificilmente reduziria o valor de € 96 milhões (R$ 262,3 milhões) que estipulou para a venda de Cristiano Ronaldo. Mas acrescentava que o presidente do Real, Florentino Pérez, tentaria reduzir o valor.

Ao fechar a contratação do melhor jogador do ano passado eleito pela Fifa, Pérez começa a formar novo time de galácticos no Real Madrid. Na segunda-feira, o clube espanhol confirmou o acerto com o meia brasileiro Kaká, que estava no Milan, e foi o melhor jogador do mundo em 2007, por € 65 milhões (R$ 177,7 milhões).

Mais tarde nesta quinta, o Real Madrid confirmou em seu site que fez uma oferta ao Manchester e revelou a esperança de acertar os detalhes do contrato de Cristiano Ronaldo nos próximos dias.

domingo, 24 de maio de 2009

Hernanes o novo kaká do morumbu


Anderson Hernanes de Carvalho Andrade Lima
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Hernanes
Informações pessoais
Nome completo
Anderson Hernanes deCarvalho Andrade Lima
Data de nasc.
29 de Maio de 1985(29-05-1985) (23 anos)
Local de nasc.
Recife, Brasil
Altura
1,80 m
Peso
76 Kg
Informações profissionais
Clube atual
São Paulo
Número
10
Posição
Volante
Clubes de juventude
1999200020012005
Unibol São Paulo
Clubes profissionais1
Anos
Clubes
Partidas (gols)
2005200620062007
São PauloSanto André São Paulo
16 0(3)22 0(6)56 0(7)
Seleção nacional3
2008
Brasil
01 0(0)
1 Partidas e gols pelo clube profissionalcontam apenas partidas do campeonato nacional,atualizados até 9 de dezembro de 2008.
3 Partidas e gols da seleção nacional estão atualizadosaté 15 de julho de 2008.
Medalhas
Jogos Olímpicos
Bronze
Pequim 2008
Futebol
Anderson Hernanes de Carvalho Andrade Lima, mais conhecido como Hernanes (Recife, 29 de Maio de 1985), é um futebolista brasileiro.
Índice[esconder]
1 Carreira
2 Títulos
2.1 Individuais
3 Referências
4 Ligações externas
//

[editar] Carreira
Dono de um bom chute tanto com a perna direita como com a esquerda[1], atualmente está no São Paulo, tendo sido revelado nas categorias de base do time. Foi emprestado ao Santo André em 2006 e voltou ao São Paulo no ano seguinte. Começou a ganhar espaço no time com as saídas de Mineiro e Josué[2] e tornou-se titular no Campeonato Brasileiro de 2007, depois de ter até excursionado pela Índia com o time "B".[1] O São Paulo levou o título, e Hernanes levou a Bola de Prata na posição de volante.
Hernanes teve sua primeira convocação para a seleção brasileira no dia 22 de janeiro de 2008, para um amistoso contra a seleção da Irlanda,[3] mas estreando somente no dia 26 de março, contra a Suécia, entrando no decorrer do segundo tempo.[4]
De acordo com o jornal espanhol Sport, que o comparou a Andrea Pirlo, do Milan, o Barcelona teria oferecido doze milhões de euros ao São Paulo, que rejeitou a oferta, pedindo vinte e cinco milhões.[5]
Hernanes completou 100 jogos com a camisa do Tricolor paulista contra o Vitória, em Salvador, no dia 9 de julho de 2008.
Foi titular da Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Pequim, marcando o gol da vitória na estréia contra a Bélgica e, conquistando, posteriormente, a medalha de bronze para o país. Ainda em 2008, após conquistar seu segundo título do Campeonato Brasileiro, Hernanes foi eleito o melhor volante pela direita e o melhor jogador da competição.[6]
Em janeiro de 2009, Hernanes foi considerado o jogador mais promissor do mundo pelo jornal inglês The Times.[7]

[editar] Títulos
São Paulo
Campeonato Brasileiro: 2007, 2008
Brasil
Bronze olímpico: 2008

[editar] Individuais
Bola de Prata: 2007, 2008
Seleção do Campeonato Brasileiro: 2007, 2008
Melhor Jogador do Campeonato Brasileiro: 2008

Rogerio ceni 01




Informações pessoais
Nome completo
Rogério Mücke Ceni
Data de nasc.
22 de janeiro de 1973 (36 anos)
Local de nasc.
Pato Branco, PR, Brasil
Altura
1,88 m
Peso
85 kg
Informações profissionais
Clube atual
São Paulo
Número
01
Posição
Goleiro
Clubes de juventude
19871990
Sinop
Clubes profissionais1
Anos
Clubes
Partidas (gols)
19901990
Sinop São Paulo
857 (83)
Seleção nacional3
19972006
Brasil
017 0(0)
1 Partidas e gols pelo clube profissionalcontam apenas partidas do campeonato nacional,atualizados até 12 de abril de 2009.
3 Partidas e gols da seleção nacional estão atualizadosaté 26 de junho de 2006.
[editar] Biografia
Nascido no interior do Paraná, na cidade de Pato Branco, mas tendo crescido no Estado de Mato Grosso, foi revelado como goleiro pelo Sinop Futebol Clube, da cidade homônima, onde até hoje moram a maior parte de seus familiares e onde obteve seu primeiro título profissional. Foi contratado pelo São Paulo Futebol Clube em 7 de setembro de 1990.
Começou como reserva de Zetti, fazendo parte do elenco que ganhou vários títulos, comandado por Telê Santana. Nesta fase, integrou a equipe de baixo, conhecida como "Expressinho", que conquistou o título da Copa Conmebol, em 1994. Com a saída de Zetti em 1997, assumiu a posição de goleiro titular do time. Inicialmente, era conhecido apenas como "Rogério"; passou a ser conhecido juntamente com o sobrenome posteriormente.
Rogério é também famoso por ser especialista em cobranças de falta próxima à área e também é o cobrador oficial de pênaltis do time.
Recebeu por seis vezes a Bola de Prata, prêmio este concedido pela revista Placar ao melhor jogador da posição durante o Campeonato Brasileiro, e no ano de 2008, além do troféu de prata, recebeu a Bola de Ouro como o melhor jogador do Campeonato Brasileiro.
No ano de 2006 foi condecorado com o troféu de ouro concedido para o melhor goleiro do Campeonato Brasileiro, juntamente com o troféu de melhor jogador do campeonato, prêmios concedidos pela CBF em grande festa realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2007, voltou a receber o prêmio de Melhor Goleiro do Campeonato Brasileiro, além de Craque do Brasileirão e Craque da Torcida, todos concedidos pela CBF.
Rogério entrou três vezes na lista dos dez melhores goleiros do mundo, elaborada anualmente pela IFFHS, Federação Internacional de História e Estatística do Futebol, entidade com sede na Alemanha. Em 2005, foi o nono colocado[1], em 2006 ficou na sexta colocação[2] e em 2007 ficou na quinta colocação[3].
Participou de dezessete partidas pela Seleção Brasileira de Futebol e integrou o elenco pentacampeão do mundo pelo Brasil em 2002. Em 22 de Junho de 2006, atuou pela primeira vez em um jogo de Copa do Mundo ao substituir Dida aos trinta e seis minutos do segundo tempo, na partida em que a seleção derrotou o Japão por 4 a 1. Este fato significou a quebra de um tabu que já durava quarenta anos, pois a última vez que a seleção brasileira utilizou dois goleiros numa mesma Copa havia sido em 1966, na Inglaterra.
Foi indicado ao prêmio Bola de Ouro, da revista France Football, em 2007, sendo o primeiro e único, até o momento, jogador atuando na América do Sul a concorrer ao prêmio, mas acabou ficando em um vigésimo sétimo lugar.

[editar] Recordes
No dia 27 de julho de 2005 completou 618 jogos pelo clube tornando-se o jogador que mais vezes atuou com a camisa do São Paulo FC, quebrando o recorde de 617 partidas que pertencia a Valdir Peres.
No dia 26 de julho de 2006, ao anotar, de pênalti, o gol da vitória do São Paulo sobre o Guadalajara, tornou-se o maior artilheiro do São Paulo na história da Libertadores ao lado de Palhinha, Pedro Rocha e Müller, com dez gols marcados.
No dia 22 de julho de 2007, na vitória do São Paulo por 2 a 1 sobre o Cruzeiro no Mineirão, completou 309 jogos em campeonatos brasileiros atuando pelo mesmo time quebrando o recorde que pertencia a Roberto Dinamite que havia atuado em 308 partidas pelo Vasco da Gama.
Com uma goleada de 6x0 sobre o Paraná, no Morumbi, no dia 1º de setembro de 2007, Rogério se tornou o goleiro são-paulino com a maior série de jogos sem sofrer gols em Campeonatos Brasileiros, superando Valdir Peres, que ficou 694 minutos sem ser vazado, em 1983 [4]. A série foi interrompida aos 47min do segundo tempo da vitória de 2 a 1 sobre o Santos, em 15 de setembro, após nove jogos inteiros e dois parciais sem ter que ir buscar a bola no fundo das redes. No total, foram 988 minutos sem sofrer gols, que colocaram Rogério à frente da terceira maior seqüência invicta da história do Campeonato Brasileiro (perde para Jairo do Corinthians em 1978, com 1132 minutos; e Emerson Leão do Palmeiras em 1973, com 1057 minutos).

[editar] Goleiro artilheiro
O primeiro gol de Rogério foi marcado numa cobrança de falta em 15 de fevereiro de 1997, contra o União São João, em Araras, pelo Campeonato Paulista. No dia 20 de agosto de 2006, Rogério tornou-se o maior goleiro artilheiro da história ao marcar, contra o Cruzeiro, em cobrança de falta ensaiada, seu 63º gol em partidas oficiais, superando a marca de 62 gols que antes pertencia ao goleiro paraguaio José Luis Chilavert. Nesse mesmo jogo marcou outro, de pênalti, chegando aos 64 gols.
Além do jogo em que quebrou o recorde, o goleiro-artilheiro fez dois gols numa mesma partida outras quatro vezes. A primeira contra a Inter de Limeira, na casa do adversário, pelo Campeonato Paulista, em 25 de abril de 1999: vitória de 2 a 1 com um gol de pênalti e outro de falta. A segunda dobradinha veio em 17 de julho de 2004, pelo Campeonato Brasileiro, agora no Morumbi, outra vitória por 2 a 1, esta sobre o Figueirense, também com um pênalti e uma falta. No vitória por 4 a 0 frente ao Tigres, do México, pelas quartas-de-final da Taça Libertadores da América de 2005 fez dois gols de falta. Com um pênalti desperdiçado, Rogério perdeu a chance de marcar pela primeira vez três gols num mesmo jogo. O quarto jogo em que Rogério marcou dois gols em uma só partida foi contra o Vasco da Gama, no Morumbi, pela décima sétima rodada do Campeonato Brasileiro de 2008. O placar foi 4 a 0 e o goleiro-artilheiro anotou os dois últimos, um de pênalti e outro de falta.
O Palmeiras é o time contra o qual mais fez gols (7), seguido pelo Cruzeiro e Vasco da Gama (5). 2005 foi o ano em que mais balançou as redes, com 21 gols, sendo o último deles na semi-final do Mundial de Clubes, contra o Al-Ittihad, da Arábia Saudita.
Um fato curioso é que em todas as partidas em que ele marcou no mínimo um gol, o time do São Paulo nunca foi derrotado[5]. Nos jogos em que marcou gols, Rogério e o São Paulo contam com 60 vitórias e 18 empates.

sábado, 23 de maio de 2009

Ronaldo so existe um o resto e cristiano

Ronaldo Luís Nazário de Lima, também conhecido apenas como, Ronaldo e também como Ronaldo "Fenômeno" ou Ronaldinho, (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1976) é um futebolista brasileiro, atualmente jogando no Corinthians.
É o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com quinze gols[2].
Iniciou seu caminho no futebol pelo Social Ramos Clube do Rio de Janeiro, logo em seguida mudou-se para o São Cristóvão, também carioca, porém foi no Cruzeiro que se profissionalizou e alcançou a fama como atleta no segundo semestre de 1993. Recebeu a alcunha "fenômeno" quando jogava na Itália na Internazionale de Milão.
Biografia

Primeiros anos
Ronaldo teve uma infância pobre. Apaixonado por futebol, costumava matar aulas em Bento Ribeiro para jogar no clube Valqueire, perto de sua casa. Chegou a tentar treinar no Flamengo, mas não obteve êxito e foi parar no São Cristóvão. Aos 14 anos, teve seu passe comprado pelos empresários Alexandre Martins e Reinaldo Pitta por US$ 7.500.[3] Com a ajuda do ex-jogador Jairzinho, Ronaldo transferiu-se para o Cruzeiro.

Do Cruzeiro para a Seleção
Foi com 16 anos que Ronaldo fez sua estreia no futebol profissional, defendendo o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro de 1993. Por ser muito jovem, passou a ser conhecido como Ronaldinho. Antes do torneio nacional, Ronaldo havia disputado somente amistosos e partidas de nível local pelo Cruzeiro. A primeira exibição em rede nacional de televisão foi em 7 de setembro daquele ano, em um jogo do seu clube, Cruzeiro, contra o Corinthians.[4][5] Destaque da equipe cruzeirense naquele Brasileiro, Ronaldo marcou 12 gols no torneio nacional em 14 partidas, tendo sido o terceiro maior goleador da competição.[6][nota 1] Em uma de suas memoráveis partidas, o atacante marcou 5 gols contra o Bahia.[7] Ainda naquela temporada, o jovem Ronaldo sagrou-se artilheiro da Supercopa da Libertadores, com 8 gols,[8] e foi convocado para jogar na Seleção Brasileira sub-17.[3]
Na temporada seguinte, em 1994, Ronaldo seguiu mais uma vez como destaque do Cruzeiro. O atacante foi o artilheiro do Campeonato Mineiro, com 21 gols.[9] Logo, o jovem jogador chamou a atenção de clubes europeus e, em uma transferência de US$ 6 milhões, vai para o PSV Eindhoven (da Holanda). Ronaldo deixou o Cruzeiro com uma marca de 57 gols em 59 partidas.[10]
O então técnico da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira, que ainda tinha dúvidas sobre quem seriam os 22 convocados para a Copa do Mundo nos Estados Unidos, foi outro que se renderia ao talento do atacante. Assim, Ronaldo foi convocado para o amistoso contra a Argentina, em Recife, no dia 23 de março. O amistoso terminou com vitória do Brasil por 2 a 0. Os dois gols marcados por Bebeto, que depois daria lugar a Ronaldo naquela partida. No último teste do Brasil antes da lista definitiva de Parreira para o Mundial de 1994, Ronaldo foi escalado como titular - ao lado de Viola - no ataque da Seleção no amistoso contra a Islândia, em Florianópolis. O Brasil venceu por 3 a 0, com gols de Ronaldinho, Viola e Zinho. Dias depois, Ronaldo seria um dos cinco atacantes convocados para disputar a Copa de 1994.[nota 2] Apesar de estar no grupo que disputou o Mundial, do qual a Seleção Brasileira conquistou seu quarto título, Ronaldo não entrou em nenhuma partida daquela Copa.[nota 3]

A conquista do mundo
No PSV Eindhoven, da Holanda, Ronaldo destacou-se mais uma vez como artilheiro, tendo marcado 67 gols em 71 partidas oficiais.[10] Mas, em 1996, sofreu seu primeiro problema físico de maior gravidade e passou por seu primeiro procedimento cirúrgico, quando passou por uma "raspagem" na cartilagem do joelho direito.[3] Assim, Ronaldo pôde ser convocado para disputar as Olimpíadas de 1996. Favorita a conquista da medalha de ouro nos Jogos de Atlanta, a Seleção Brasileira terminou apenas com o bronze - após ser eliminada pela Nigéria nas semifinais.
No meio daquele ano, Ronaldo transferiu-se para o Barcelona, da Espanha, por US$ 20 milhões. Apesar de ter disputado apenas uma temporada pelo time catalão, Ronaldo deixou sua marca: foi o artilheiro do Campeonato Espanhol, com 34 gols em 37 partidas. O reconhecimento veio sob a forma do prêmio de melhor jogador do ano da Fifa. Em meados de 1997, o atacante conseguiu uma complicada transferência para a Internazionale, da Itália, por US$ 28 milhões, quando ainda tinha 21 anos de idade. Marcou 25 gols em sua primeira temporada e ganhou o apelido de "Fenômeno". De quebra, foi reeleito o melhor do mundo pela Fifa.[10][3]

Fase difícil
Em 1998 era de longe a estrela da seleção na Copa do Mundo na França. Era cada vez mais ídolo em Milão e ia conquistando maturidade, ganhando simpatia dos brasileiros. Na copa era o principal jogador da seleção, que era franca favorita. Ia confirmando o favoritismo até a final, mas na final tudo mudou. A França tinha um astro, Zinedine Zidane, que anos mais tarde jogaria junto com Ronaldo. Na véspera da final, Ronaldo teve uma estranha convulsão. Ao ser perguntado se queria ir para o jogo, Ronaldo respondeu que sim. Porém, a Seleção viu Zidane jogar muito bem e acabar com as chances do pentacampeonato naquele ano.
Em 1999 caiu de produção na Internazionale. Não era o mesmo, principalmente na seleção, mas continuava sendo um dos principais jogadores da liga italiana.
Em 2000 passou provavelmente o pior momento de sua vida. Uma contusão lhe deixou de fora dos gramados quase um ano. Quando voltou, estava mal e já estava um pouco acima do peso. Todos tinham lhe dado o fim. A seleção também vinha mal. Perdera a Olimpíada de 2000 para Camarões mesmo com dois jogadores a mais, ira mal na Copa América de 2001 e também ficara abaixo das expectativas nas eliminatórias da Copa.

O retorno na Copa de 2002
Após passar por nova cirurgia e tendo realizado tratamento adequado para se recuperar, Ronaldo voltou aos gramados no segundo semestre de 2001, gradativamente. Mesmo tendo atuado em poucas partidas antes da Copa do Mundo de 2002, o técnico da seleção brasileira de futebol Luiz Felipe Scolari apostou na recuperação do atacante para o Mundial no Japão e na Coréia do Sul - o que gerou muitas dúvidas e críticas ao técnico gaúcho.[11] Assim, antes do início da Copa, não eram muitos os que apontavam a seleção como finalista.[12][13]
A aposta em Ronaldo mostrou-se correta. O jogador fez da primeira Copa do Mundo na Ásia o grande palco para seu retorno ao futebol e, ao lado de Rivaldo, foi um dos principais responsáveis pela conquista do pentacampeonato mundial da seleção. Com 25 anos naquela altura, o "Fenômeno" marcou oito gols no Mundial - dois deles marcados na final contra a Alemanha -, o que lhe premiou com a "Chuteira de Ouro" (dedicada ao artilheiro da Copa) e, de quebra, igualou-se a Pelé como o maior artilheiro do Brasil na história da Copas, com 12 gols.[11][14][15]
Logo após o Mundial de 2002, Ronaldo transferiu-se da Internazionale de Milão (Itália) para o Real Madrid (Espanha).[16][15] No final daquele ano, o atacante brasileiro receberia o prêmio Bola de Ouro como o melhor jogador atuante na Europa[17] e seria eleito pela terceira vez como o melhor jogador do mundo da FIFA.[18][19]

De volta à Espanha


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Ronaldo no Real Madrid
Quando chegou ao Real, Ronaldo foi campeão espanhol ao lado de Zidane, seu antigo algoz e novo grande amigo. Foi campeão espanhol sendo artilheiro logo na primeira temporada.
Na segunda temporada o Real trouxe mais um grande reforço: o inglês David Beckham. O time recheado de estrelas recebeu o apelido de "galático" e logo começou a desandar. Perdeu o campeonato espanhol e caiu na Liga dos Campeões para o Mônaco da França na temporada 2003 - 2004. Depois viu o rival Barcelona atropelar nas duas temporadas seguintes com Ronaldinho Gaúcho.
Aos poucos Ronaldo foi se ofuscando e se contundindo facilmente. Algumas vezes se destacava. Na seleção costumava jogar melhor, tendo feito bons jogos, principalmente até 2005. Freqüentemente era questionado sobre seu peso, sendo chamado de "gordo".

Ronaldo marcando um gol contra o Real Bétis.
Em 2006 foi convocado a mais uma copa. Chegou a pesar 95 Kg e foi muito criticado, mesmo assim se destacou no jogo contra o Japão e se tornou o maior goleador da história das copas (no jogo contra a seleção de Gana), com 15 gols. Apesar de não ter jogado mal na copa de 2006 (salienta-se que marcou 3 gols na competição, sendo superado apenas pelo alemão Miroslav Klose, que marcou 5 gols e participou em dois jogos a mais) foi extremamente criticado.

De volta a Itália
Ronaldo trocou o Real Madrid pelo Milan da Itália, em uma das únicas transferências simples de sua carreira. Na Itália fugiu da mídia, mas os resultados nem por isso foram ruins. Foi um dos grandes responsáveis pela boa campanha do Milan, reagindo no Campeonato Italiano e mesmo com uma punição no começo do campeonato conquistando uma vaga na Liga dos Campeões 2007-2008. Em 2007, foi descoberto que seus problemas constantes com a balança deviam-se à um mau funcionamento na glândula tireóide. Após esse diagnóstico, Ronaldo emagreceu muito, sendo chamado até de modelo. No único clássico de Milão contra a Inter que disputou, foi muito vaiado, mostrando o ódio que a torcida adversária tem por ele. Depois da Copa de 2006 nunca mais foi chamado para jogar pela seleção renovada do técnico Dunga.
No dia 13 de fevereiro de 2008, no jogo entre Milan e Livorno, após substituir Gilardino no segundo tempo, Ronaldo em sua primeira participação no jogo, ao tentar subir na área para um cabeceio, acabou se lesionando na hora do salto, saindo de campo em seguida chorando. Foi o mesmo tipo de lesão que teve no joelho direito e quase o impediu de participar da Copa de 2002.[20]
Depois da contusão, o jogador terminou o contrato com a equipe de Milão e se desligou da equipe.